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Budismo, meditação e cultura de paz | Lama Padma Samten

Arriba!

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Entrevista com Lama Samten no programa Frente a Frente da TVE/RS

Entrevista com Lama Samten no programa Frente a Frente da TVE/RS


No início de julho de 2017, Lama Samten foi entrevistado pelo programa Frente a Frente da TVE. O programa, que tem a apresentação de Renato Martins, recebe como entrevistadoras convidadas as jornalistas Lara Ely, especialista em jornalismo ambiental; Maria Wagner, administradora do blog Maria Wagner – Vivências, ideias e olhares; e Lena Kurtz, da Rádio FM Cultura.

Alguns temas abordados: Como é o diálogo do Budismo com a Ciência? Como o budismo lida com a morte? Como lidar com os desafios da sociedade consumista e materialista? Como lidar com a corrupção? Há a noção de reencarnação no Budismo? O que a difere do espiritismo? O Budismo é uma tradição teísta? Qual o sentido da nossa existência segundo o Budismo?

Veja aqui alguns trechos da fala do Lama:

“O olhar que a gente coloca sobre os outros pode ser uma benção ou uma condenação”.

“Nós operamos em bolhas de realidade. Nós construímos mundos que existem por um tempo”.

“A palavra avidya significa que eu estou não só numa bolha, mas preso à bolha. Mas nós podemos estar nas várias bolhas, ser atores nas várias bolhas e guardar uma visão mais ampla.”

“Dukkha inclui a alegria condicionada. O vínculo, a fixação é a origem do sofrimento.”

“Nós somos uma natureza luminosa que dá significado, dá luminosidade e dá brilho às coisas. Nós temos sempre esse recurso de dar brilho, dar realidade e construir realidades. Mas quando estamos sobre o domínio de uma bolha de realidade nós perdemos isso e temos sofrimentos, porque ficamos fixados ao jogo. Tão pronto nos livramos da fixação, o sofrimento que vinha do jogo cessa.”

“A compreensão do Budismo é que não só a mente silencia, mas a base da mente silencia. De modo usual, estamos presos em ambientes que são bolhas de realidade que têm um ruído básico, mas o buda vai ao silêncio frente às bolhas de realidade. Então é como se ele sentasse no espaço e não nas bolhas específicas. Aí ele descobre que estamos vivos nesse espaço sem conteúdos fixos, isso derruba a visão do ego. O ego não vai encontrar nunca uma base final, porque toda a estrutura egóica brota de uma diferenciação, que é sempre essa base inconsciente”.

28′ Descrição dos 6 elementos: éter, ar, fogo, água, terra, espaço e como eles são determinantes para a felicidade.

“A dependência das várias coisas vêm de uma insatisfatoriedade, uma infelicidade energética. Não é uma infelicidade conceitual, é uma infelicidade energética. Ou seja, as pessoas podem estar com a vida resolvida mas estarem mal sem saber por quê”.

“Sua Santidade Dalai Lama diz: o mundo não é sustentado pela economia, o mundo é sustentado pela compaixão”.

Veja o vídeo completo da entrevista.

Baixe aqui o áudio da entrevista.